Plano de Manejo da APA Costa dos Corais vai passar por revisão

Reunião definiu planejamento para revisão do Plano de Manejo

O Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais será revisado. Oficinas de planejamento já foram realizadas neste sentido.

O processo de revisão será financiado pelo GEF-Mar e Projeto Toyota APA Costa dos Corais (Fundação Toyota do Brasil e Fundação SOS Mata Atlântica), com previsão de publicação no primeiro semestre de 2019.

Entre os dias 12 e 14 de junho, oficina para planejar o processo de revisão do Plano de Manejo foi realizada. Participaram do encontro analistas ambientais da Coordenação de Elaboração e Revisão de Planos de Manejo (Coman/Diman), da Coordenação Regional seis (CR 6) e do Cepene, além da equipe da APA, que agora possui quatro bolsistas contratados pelo Projeto GEF-Mar.

A APA Costa dos Corais é a maior unidade de conservação (UC) marinha do País, situada entre os Estados de Alagoas e Pernambuco.

Durante as oficinas, foi realizada visita técnica em Maragogi (AL) e apresentada a nova abordagem para elaboração e revisão de Planos de Manejo adotada pela Diretoria de Criação e Manejo de Unidades de Conservação (Diman/ICMBio).

Foi construído, ainda, o Plano de Trabalho, estabelecendo atividades, equipes e prazos, de forma a organizar todo o processo de revisão do documento.

PARCERIAS

Inicialmente, estão planejadas 18 reuniões setoriais, quatro oficinas de pré-planejamento, duas reuniões do Conselho Gestor da APA e a oficina final de revisão do plano.

O Plano de Manejo da APA Costa dos Corais foi publicado em fevereiro de 2013 pela Portaria n° 144, contendo planejamento, zoneamento parcial da UC e programa de ações. Desde então, a gestão da unidade e a sede do ICMBio já receberam diversos pedidos de alteração do documento.

Com o objetivo de atender demandas específicas dos usuários no que se refere ao zoneamento e à regularização da atividade turística, foram publicadas as Portarias n° 145/2014 e n° 95/2016.

Ainda assim, a equipe gestora da APA constatou a necessidade de realizar um zoneamento mais efetivo de alguns trechos da UC, a fim de garantir uma maior proteção aos recursos naturais e o ordenamento de atividades econômicas que geram grande pressão sobre a unidade.


Com informações do ICMBIO

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